Largue o seu iphone agora. Veja esse vídeo e saiba o porquê.

“Eu imagino mundo onde nós podemos sorrir mesmo quando tivermos baixa bateria. Porque isso significa que seremos um bar mais próximo para a humanidade.”

Confesso que já tive a minha fase de Anti-Social Network. Como trabalho com mídias sociais, não tive como escapar das fotos no Instagram, selfies e Snapchat. Assim como outros vícios, consegui ver que eu posso comer sem que todos vejam o que estou comendo, posso entender as críticas da minha família em não fazer check-in em cada lugar que eu vou (pois é muito perigoso), ego-shots (selfies) parecem tão bobas e fúteis agora (quem não gosta de uma dose de ego de vez em quando). Descobri que sobrevivo sem notificações no Facebook.

Adoro trabalhar com pessoas, comportamentos sociais e a internet possibilita isso. Mas, sinto falta de ouvir a voz de alguém, ver a caligrafia ruim da outra pessoa eternizada em uma carta. Whatsapp aproxima mas também nos afasta. Quantas vezes alguém me interpretou erroneamente porque não consegui me expressar em uma mensagem de texto? Várias.

Quando me mandaram esse vídeo ontem, lembrei de todos os momentos que estava me sentindo sozinha e o facebook ilusoriamente alimentava a minha solidão. Temos a falsa impressão de uma vida perfeita, casais felizes e 5.000 amigos, por exemplo. Estou cada vez mais em uma fase que você pode chamar de “old school”. Fico realmente triste em ver meninas inteligentes se depreciarem nas redes sociais. E perfis de crianças? Eu com todo orgulho já tive uma casa na árvore e brinquei de elástico. Hoje, damos Iphone para nossas crianças, iPad, jogos, alimentando a nova geração dos “dedinhos”. Não vamos mais a museus, não lemos mais, não levamos nossos filhos ao teatro. Não estou generalizando, se você não se enquadra nessa estatística, parabéns.

Acredito no lado benéfico da internet. Quem não agradece ao Facebook por ter encontrado aquele amigo que você não via desde o colégio ou lembrar do aniversário de alguém tão especial, ver aquele vídeo interessante, lutar por causas sociais..

Eu não tinha noção de que a pessoa gasta – em média – 4 anos de sua vida olhando para uma tela. Fora as doenças como tendinite, dores e, é claro, stress.

Espero que não sejamos como o filme Wall-e em que o comodismo não vire parte principal de nossas vidas. Desculpe o desabafo mas, muitas vezes fico cansada de tanta informação sem conteúdo, ego exacerbado, gerações alienadas e ignorantes. Como você está criando seus filhos? Eu sei como vou criar o meu. Pense nisso com carinho.

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